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Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade. George Orwell ------------“Eu sou um anticomunista que se declara anticomunista. Geralmente, o anticomunista diz que não é. Mas eu sou e confesso. E por quê? Porque a experiência comunista inventou a antipessoa, o anti-homem. Conhecíamos o canalha, o mentiroso. Mas, todos os pulhas de todos os tempos e de todos os idiomas, ainda assim, homens. O comunismo, porém, inventou alguém que não é homem. Para o comunista, o que nós chamamos de dignidade é um preconceito burguês. Para o comunista, o pequeno burguês é um idiota absoluto justamente porque tem escrúpulos”, Entrevista à VEJA em 1969 Nelson Rodrigues--------

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Mostrando A verdade que a mídia não mostra - NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA. PENSE, QUESTIONE E ANALISE.SAIA DA MATRIX ! Porque o mundo não é como nos contaram, a história foi modificada, a música, o cinema, a política, o esporte, a igreja, os alimentos, tudo está no domínio deles, até o CLIMA.



 

Enciclopédia Católica (edição de 1911):




"A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal". XX
Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima):
"... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

  • JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu
"... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8).
Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).
  • COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:

        "Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
         As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
         Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
         Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:


"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."

  • A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:

 criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
fundou Nínive e muitas outras cidades;
organizou o primeiro reino deste mundo.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

  • OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

PAPAI NOEL
 é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:
"São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse:
"... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11).
Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse:
"Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

  • O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:
"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13)

"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

  • É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155:
"A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."  Mateus 2.1,11
  • POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz:
"Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

  • UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31)

"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":
"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:
"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.
"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6).

"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!

  • ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS
Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?
"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)

  • AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14
"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."  João 1.14
Vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:

· Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1 semana, 2 vezes ao ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
· O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10)
· O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1.

Temos a seguinte correspondência:

Mês
(número)
Mês
(nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1Abibe ou Nisã = março1 e 2Êxo 13:4 Ester 3:7
2Zive = abril3 e 41Re 6:13
3Sivã = maio5 e 6Est 8:9
4Tamuz = junho7 e 8 (Abias)Jer 39:2; Zac 8:19
5Abe = julho9 e 10Núm 33:38
6Elul: agosto11 e 12Nee 6:15
7Etenim ou Tisri = setembro13 e 141Rs 8:2
8Bul = outubro15 e 161Rs 6:38
9Chisleu = novembro17 e 18Esd 10:9; Zac 7:
10Tebete = dezembro19 e 20Est 2:16
11Sebate = janeiro21 e 22Zac 1:7
12Adar = fevereiro23 e 24Est 3:7
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho) ou início do mês Abe (julho). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro). Nove meses depois, no final de Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").

DEUS ABENÇOE A TODOS EM NOME DE JESUS!


|  Autor: Desconhecido  |  Divulgação: F. Moroni





A Verdade sobre Mandela

“Santo” Mandela? Devagar com o andor!
William Jasper
Trad. L. Valentin
03/07/2013

O presidente Barack Obama comparou-o a George Washington. Chris Matthews da MSNBC (rede de TV a cabo americana - Nota do Tradutor) anunciou-o como "talvez o maior herói do mundo". O Las Vegas Guardian Express dispensou o "talvez", declarando, em manchete: "Nelson Mandela o Maior Herói do Mundo". Outros já o batizaram de "o maior homem do século 20".  Muitos o reverenciam como "o salvador" da África do Sul”. Crianças em idade escolar em todo o mundo leem livros, fazem redações, cantam músicas sobre ele e assistem filmes que exaltam suas virtudes e conquistas heroicas.

À medida que escrevo, Mandela  que tem 94 anos de idade tem estado perto da morte por vários dias, é  o assunto de  notícias atualizadas frequentemente e o alvo de  vigílias lacrimejantes de oração em todo o mundo. Com o anúncio de sua morte, logo surgirão os elogios e, em sua honra, inúmeras ruas, estradas, escolas, estádios, parques e prédios públicos serão renomeados.

Durante as últimas três décadas, Nelson Mandela, mais que qualquer outro ser humano na história humana, foi envolto em adulação da mídia global. Nenhum papa presidente, rei, herói da guerra, estrela de cinema ou uma estrela de rock, pode se orgulhar de ter sido alvo de tantos elogios compactos, sinceros e contínuos. É comum que os ditadores totalitários empreguem seus meios de comunicação controlados por seus Estados, para criar um culto de adoração da personalidade para si próprios - Stalin, Hitler, Mao, Fidel Castro, Kim Il-sung - mas fora de seus países, geralmente, existem jornalistas e órgãos de comunicação social que irão denunciar seus crimes, falhas e erros. Mandela não teve que se preocupar com a roupa suja, ele é a primeira pessoa a alcançar um quase total culto da personalidade universal, graças inteiramente à incomparável campanha de glorificação dada pelos grandes meios de comunicação nos Estados Unidos e na Europa.

Como já relatado, em 1990, a respeito de sua turnê mundial daquele ano, após a sua libertação da prisão, a saturação da cobertura pela mídia foi sem precedentes (e cobertura apaixonada) - e jamais dada a qualquer outra pessoa desde então. Ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade dos Estados Unidos, o Prêmio Lenin da Paz da União Soviética, e inúmeras outras honrarias de países, universidades e instituições.

O que é que Nelson Mandela tem para justificar esta adoração global? Certamente, sua fisionomia contribui, ele é alto, parece digno e estadista, é gracioso em discursos públicos, e lembra um avô. Ele não parece ser o radical contador de vantagens como, digamos, Al Sharpton,  Robert Mugabe do Zimbabwe,  ou o atual chefe do ANC, Jacob Zuma. Verdade que ele passou muitos anos na prisão, mas não apenas por se opor à injustiça e ao racismo, como suas legiões de hagiógrafos nos querem fazer crer. Ele era um líder do Congresso Nacional Africano (ANC), uma organização catalogada como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e de muitos governos e agências de inteligência. Ele também foi co-fundador da organização da  ANC “Umkhonto we Sizwe “(Lança da Nação - MK), um grupo terrorista militante dentro de outro grupo terrorista. Ele foi julgado e condenado por suas contínuas atividades terroristas e subversivas dentro dessas organizações.

Milhares de autênticos prisioneiros de consciência, que fizeram nada de mais "criminoso" do que discursar ou falar contra a tirania, estão definhando nas prisões de todo o planeta sem haver sequer um pio de protesto das legiões de adoradores de Mandela ou do coro de seus promotores na mídia. Quantos desses, que consideram Mandela como bússola moral do mundo, já ouviram falar do Cardeal Kung, o bispo católico de Xangai, que foi preso na China comunista há 33 anos, sendo a maior parte no mesmo período em que Mandela estava na prisão? A prisão  do heroico Cardeal Kung,  foi em muitos aspectos mais severa do que a que Mandela enfrentou, mas nenhum representante da mídia festiva o esperava quando ele foi solto em 1988. O mesmo vale para o Dr. Oscar Elias Biscet, um médico cubano negro, que foi liberado do sistema prisional de Fidel Castro em 2011, depois de brutal cativeiro pelo o "crime" de criticar o regime comunista da ilha. Será que Nelson Mandela censurou seus companheiros em Pequim e Havana, quando foi ate lá? Ou será que ele denunciou a situação dos inúmeros prisioneiros políticos e religiosos em seus gulags? Se ele fez assim, não há registro público disso, enquanto, por outro lado, existem abundantes registros dele elogiando os regimes opressores.

Mandela: comunista, terrorista, mentiroso

Isso nos leva diretamente a uma das questões mais importantes sobre Nelson Mandela: Ele era um comunista com  "C" maiúsculo, que significa ser um membro disciplinado do Partido Comunista, que, neste caso, seria o Partido Comunista Sul Africano (SACP)? No seu julgamento por traição em 1958, Nelson Mandela negou ser membro da SACP, uma negação que, desde então, ele tem repetido muitas vezes e manteve até o fim. Seus defensores se dividem em duas grandes categorias sobre esta questão:  aqueles que acreditam que a sua negação é verdade e aqueles que dizem que, com efeito, "E daí? O que importa se ele foi/é um comunista? "

Aqueles que dizem que acreditam em sua negação precisam ignorar uma montanha de evidências em contrário, muito que já está disponível há décadas, e muito, que veio recentemente à tona: registros do SACP anteriormente indisponíveis, arquivos do governo de países comunistas, memórias e biografias e entrevistas com membros do  SACP e do ANC  no período.

Aqueles que dizem "E daí?" para a questão de Mandela ser membro do SACP precisam ignorar os fatos bem estabelecidos que mostram:

• O SACP foi, e continua sendo, uma ferrenha organização  marxista-leninista em que todos os membros devem prometer obediência inquestionável à vontade do Partido, conforme determinado pelo seu Comitê Central;

• O SACP segue a direção do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), e, como tal, era um agente de uma potência estrangeira hostil; 

• os membros do SACP, incluindo Mandela, tomaram secretamente o controle do ANC,  destituindo e sabotando os líderes do ANC comprometidos com reformas e mudanças feitas através de meios políticos pacíficos;

• A ANC e seu braço terrorista, Umkhonto we Sizwe (MK), que também era controlada pelo SACP, foram treinados na Rússia Soviética, China Vermelha, ou nos estados comunistas de fronteira - Zâmbia, Angola, Moçambique, Tanzânia, Zimbabwe - por instrutores comunistas Soviéticos, Chineses, da Alemanha Oriental,  de Cuba, da República Checa, entre outros;

• A ANC e MK,  controlados pelo  SACP, exploraram as condições de apartheid, o racismo e o colonialismo, não para ajudar os negros da África do Sul, mas para promover os objetivos da União Soviética e da conspiração comunista mundial;

• A ANC e MK,  controlados pelo  SACP , usaram o treinamento e armas fornecidos pelos comunistas para dirigir o seu terror, tortura e assassinato contra a maioria negra da África do Sul, mesmo com mais freqüência do que contra a minoria branca;

• Se Mandela não somente era um membro do Partido Comunista, mas também um alto líder do SACP - o que a evidência mostra inexoravelmente que ele era - então ele não é apenas um mentiroso colossal e persistente, mas ele é o maior culpado pelos inúmeros atos de terror, tortura e assassinato cometidos por mobilizações da ANC e pelos oficiais do MK,  nas últimas décadas;
• Mandela legou a África do Sul, um estado de partido único governado pela cada vez mais tirânica e cleptocrática ANC/SACP, que está levando o país  rumo à destruição econômica, a um nível recorde de criminalidade violenta, caos e genocídio.

A próxima onda de terror e genocídio

O último ponto mencionado acima é especialmente relevante, já que o propósito ostensivo da revolução do ANC/SACP era melhorar a situação da população negra em desvantagem. Em vez disso, eles estão transformando o que era, de longe, o estado mais próspero da África (e aquele para o qual os africanos negros fugiam para escapar da opressão vermelho/negra, apesar de estar vigorando o sistema de apartheid na África do Sul) em um despotismo corrupto com esmagamento da dissidência, saqueamento do tesouro por altos funcionários do governo; desemprego altíssimo, aumento da pobreza e falta de moradia, algumas das mais altas taxas do mundo em homicídio, estupro, roubo, seqüestro, roubo de carros, e as mais altas taxas do mundo em infecção por HIV/AIDS.

Resolver a questão do papel de Mandela no SACP  fica ainda mais importante quando examinado em seu contexto histórico, que é, no contexto da Guerra Fria e campanhas agressivas da soviéticos no Terceiro Mundo através de "guerras de libertação nacional." Durante esse período os comunistas estavam matando dezenas de milhões de seus próprios países, o que o professor RJ Rummel chama de "democídio", ou o assassinato em massa do povo pelo próprio governo.

O Dr. Rummel, que cuidadosamente catalogou os 15 maiores regimes em mega-assassinatos, contabiliza o número de suas vítimas, durante o século 20, em uma estimativa conservadora de mais de 151 milhões - contando apenas até 1987. A grande maioria desses foi morta por regimes comunistas que diziam serem as forças de "libertação". Uma parcela significativa desse abate ocorreu na África por essas mesmas forças de libertação. E não ainda acabou. Na verdade, como já relatado, os sinais cabais e ameaçadores, citados por especialistas em genocídio, é que o ANC está se preparando para lançar uma campanha de genocídio de estilo comunista na "Nação do Arco Iris" contra a população branca restante, que certamente também será dirigida contra os indianos, chineses e milhões de negros.



A campanha de genocídio contra os brancos sul-africanos já vem acontecendo há vários anos, mas ainda não atingiu os estágios de  intensidade máxima de abate, testemunhados em Ruanda, Burundi, ou Serra Leoa. Mas isso pode ser alcançado em breve, e se acontecer, Nelson Mandela será responsável por sua deflagração. Cenas de vídeo assustadoras, com Mandela cantando uma canção genocida da  ANC/MK sobre matar os brancos, desmentem a sua imagem do santo.

Da mesma forma, em outro vídeo impressionante, Jacob Zuma, companheiro de longa data de Mandela no ANC e no SACP (e atual presidente da África do Sul), canta "Kill the Boer", que significa matar o fazendeiro branco. Ainda mais arrepiante do que as palavras da canção assassina é o comportamento próximo frenético que desperta em muitos dos membros da máfia reunidos. Esta é uma clara incitação ao genocídio feita pelos principais membros da ANC da África do Sul que estão no governo, os mesmos indivíduos que incessantemente se apresentam como defensores da paz.

Do mesmo modo, a política do "discurso de ódio"  em nossos meios de comunicação, que são rápidos para atacar  qualquer gafe racial ou "homofóbica", real ou fabricada, cometida por políticos, celebridades e cidadãos comuns, mas que hipocritamente ignoram os endossos ao genocídio  de Mandela/Zuma - ou tentam exonerá-los de qualquer maldade, com desculpas esfarrapadas sobre as músicas, dizendo que são meros slogans culturais/políticos.
Mas com os incêndios, violência e caos que ainda devastam a África do Sul, as ações dos líderes mais respeitados do ANC é como derramar gasolina no fogo.  Eles estão alimentando um inferno genocida. Já vimos em que isso vai descambar, uma coisa horrível que as palavras não podem descrever. Vídeos das torturas/execuções como o  “colar”, promovidas pela ANC têm documentado o tipo grotesco de "justiça" que é empregada pelos companheiros e asseclas de Mandela, Mbeki e Zuma. Neste método indizivelmente selvagem de terror/crime a vítima é tomada por uma multidão vociferante, espancada, esfaqueada, apedrejada, e então, quando ainda está viva, tem um pneu embebido em gasolina colocada ao redor de seu pescoço e incendiado. Pode demorar agonizantes minutos para a infeliz vítima morrer. 

Centenas de vítimas, a maioria dos quais negros, foram mortos desta forma por hordas de linchadores lideradas pelo ANC. A segunda esposa de Nelson Mandela, Winnie Mandela, foi capturada em um vídeo infame gritando para uma enorme multidão: "Com as nossas caixas de fósforos e os nossos colares vamos libertar este país!" Apesar disso e do fato que ela foi condenada em tribunal pela tortura/assassinato  de Stompie Moeketsi de 14 anos de idade,  e considerada culpada pela comissão Sul-Africana da Verdade e Reconciliação (SATRC) pelo sequestro, tortura e assassinato de inúmeros homens, mulheres e crianças, Winnie Mandela está livre como um pássaro e ainda é membro do  Comitê Executivo do ANC. Se Nelson Mandela e Jacob Zuma tem qualquer "autoridade moral", isso não tem se evidenciado por  condenar e querer retirar esta assassina do mais alto órgão do ANC.

O “colar”  é um dos "presentes" mais persistentes do ANC para a humanidade, tendo sido exportado para o Haiti, Zimbábue, Nigéria, México e muitos outros países. E, ao longo dos últimos anos, muitas notícias dão conta  do seu renascimento na África do Sul. (No Brasil é conhecido como “micro-ondas” -Nota do Tradutor)

Evidência esmagadora: culpado sem qualquer dúvida

A evidência de que Nelson Mandela era um membro do Partido Comunista Sul-Africano é tão grande que nós vamos nos detalhar apenas em  uma pequena fração dela. Sem dúvida, o  Dr. Henry R. Pike bateu o recorde sobre esse assunto em 1985, com sua obra monumental de 600 páginas, “A História do Comunismo na África do Sul”, a qual está fartamente documentada com muitas fotografias e reproduções de registros judiciais oficiais e documentos do SACP, ANC e MK.

Desde 2012 uma nova prova importante foi disponibilizada, com a publicação do  extraordinário livro do historiador Stephen Ellis, “Missão Externa: O ANC no exílio, 1960-1990”. Dr. Ellis, professor da Universidade Livre de Amsterdã não é conservador e não defende o apartheid, ele é um ex-pesquisador da Anistia Internacional e foi pesquisador da SATRC de Mandela. Na verdade, ele se esforça ao máximo para provar o envolvimento de Mandela com o SACP. Mesmo assim, os fatos falam por si - e eles são contundentes.
Além disso, agora temos muitas confirmações provenientes de entrevistas e artigos ao longo da última década na imprensa oficial do Partido Comunista e nos livros e artigos de Vladimir Shubin, um funcionário soviético que esteve comissionado na África do Sul por muitos anos e teve um papel chave nas políticas do Kremlin com relação à África do Sul e, mais especificamente, fornecendo ajuda para a direção do SACP e do ANC.

Em seu livro, “ANC: A View from Moscow “(Bellville, África do Sul: Mayibuye, 1999), embora Shubin tenha o cuidado de preservar o Kremlin em suas revelações, ele confirma muito do que os críticos anticomunistas há muito denunciavam (e que, os chamados intelectuais e especialistas da mídia, sempre esconderam), bem como fornece de detalhes que antes não eram de domínio público. Aqui está uma pequena amostra da imensa quantidade de provas da longa participação de Mandela no comando do Partido Comunista Sul-Africano:

• Entre as evidências descobertas recentemente pelo Prof Ellis está a ata oficial de uma reunião secreta  do SACP em 1982 na qual o veterano líder do Partido John Pule Motshabi explica aos companheiros que Mandela foi um  membro(secreto) do SACP  por duas décadas;

• Rowley Israel Arenstein, um advogado e líder do  SACP desde os anos 1930, disse que Mandela foi escolhido pelo SACP para criar o Umkhonto we Sizwe (MK), além de ter sido o principal instrumento da SACP no "seqüestro" do ANC , marginalizando o seu líder de longa data e presidente Albert Lithuli, um oponente do programa do SACP de "libertação" através confronto armado.

• Durante o julgamento de Rivonia (Outubro de 1963-junho 1964), Bruno Motolo, um membro negro do SACP, ANC e MK, prestou depoimento devastador do envolvimento de Mandela em todos os três grupos. Apesar das ameaças de morte, mais tarde ele ainda forneceu mais detalhes em seu livro de memórias, “Umkhonto we Sizwe” (O Caminho para a esquerda);
 • Outros membros proeminentes do SACP que identificaram publicamente Mandela como um companheiro comunista foram Paul Trewhela, Joe Matthews, Hilda Bernstein e Brian Bunting;

• Paul Trewhela, um membro da SACP que esteve preso (1964-1967) por suas atividades comunistas e, mais recentemente cooperou com o  Prof Ellis em sua pesquisa nos arquivos da STASI (subsidiária alemã oriental da KGB), disse: "Mandela foi na verdade um membro do Comitê Central do Partido Comunista Sul-Africano".

• Durante o julgamento de Rivonia, mais de 10 documentos escritos de próprio punho por  Mandela foram apresentados como prova, num total de centenas de páginas. Um deles, intitulado "Como ser um bom comunista", ele escreveu: "Sob o governo comunista, a África do Sul vai se tornar uma terra de leite e mel ... No nosso país, a luta das massas oprimidas é liderada pelo Partido Comunista Sul-Africano e inspirado por suas políticas”. Ele também escreveu: "O povo da África do Sul, liderado pelo Partido Comunista Sul-Africano, vai destruir a sociedade capitalista e construir em seu lugar o socialismo".

• Documentos de Rivonia mostram que Mandela também declarou que "traidores e informantes devem ser impiedosamente eliminados",  recomendando que  "cortassem seus narizes" - entre outras barbaridades - um procedimento que ele havia adotado copiando de terroristas comunistas da FLN da Argélia e que tinha posto em prática no  MK;

• Mandela não negou ter escrito tal material condenatório, mas apenas tentou explicá-lo, alegando que eram notas que ele havia escrito para fins de estudo;

• A testemunha surpresa  do julgamento de Rivonia foi Gerard Ludi, um alto membro do SACP que na verdade era um agente infiltrado, Q-018, da Divisão Especial da Polícia Sul-Africana. Ludi forneceu evidências incriminatórias detalhadas sobre a liderança do SACP e atividades ilegais. Ele identificou Mandela como "o principal homem  no comitê central do partido comunista clandestino". Revelações posteriores provaram a veracidade do testemunho de Ludi.
• Na categoria de uma imagem valer mais que mil palavras, uma das imagens mais marcantes do Mandela é dele embaixo de um gigante martelo e foice comunistas (foto à esquerda), lado a lado com Joe Slovo, líder máximo do SACP - ambos fazendo a saudação comunista com o punho fechado. Mandela declarou: "Eu saúdo o Partido Comunista Sul-Africano por sua imensa contribuição para a luta pela democracia." É digno de nota que isto ocorreu não uma, mas muitas vezes, quando Mandela e Slovo viajaram por toda África do Sul;
• O camarada Slovo, um lituano Comunista e coronel da KGB soviética, foi durante décadas um dos colaboradores mais próximos de Mandela no SACP, ANC, e MK;

• O próprio Slovo afirmou, em 1986, no seu artigo de propaganda, “Campanha da Sabotagem”: "Para constituir o alto comando [do Umkhonto we Sizwe - MK] a ANC designou Mandela e o partido me indicou." Já que Mandela era secretamente um alto líder do Partido, isto constitui um reconhecimento de que o SAPC  designava membros e, portanto, controlava o  MK  desde o princípio.

Então, Nelson Mandela não era apenas um membro comum do SACP, mas um alto líder comunista nele, um membro do seu Comitê Central executivo. E não é só isso! Ele foi escolhido por seus companheiros comunistas da liderança para ser o membro chave vermelho que iria lançar a guerra de terror, aprovada pelo Kremlin, apoiada pelos soviéticos contra o governo Sul-Africano.

O ANC tinha começado como uma organização não comunista, e, como uma organização de massas de amplo alcance, sempre teve muitos membros não comunistas e anticomunistas. No entanto, eles não eram páreo para o SACP rigidamente disciplinado e conspirador, que rapidamente se infiltrou e assumiu o seu controle. "A primeira aliança real entre o ANC e os comunistas," Dr. Pike escreveu: "remonta a 1928, quando EJ Khalile, o secretário-geral do  ANC, foi eleito para o Comitê Central do SACP. Deste momento em diante, a aliança prosperou , mesmo tendo passado por períodos difíceis quando os não comunistas tentaram livrar-se das garras comunista, sem, no entanto, jamais conseguir isso.”

Os novos mestres coloniais: Moscou, Pequim, Havana

Aqui está uma pequena amostra da evidência esmagadora dos laços do SACP com Moscou e Pequim e o controle decisivo do SACP sobre o ANC e MK:

• Em 1960, os principais membros do SACP foram a Moscou e Pequim buscar ajuda. Em Pequim, eles se encontraram pessoalmente com o ditador Mao Tse Tung e Den Xiaoping, assistente de Mao e seu eventual sucessor. Foi somente com as bênçãos do Kremlin e de Mao que a ANC  liderada pelo SACP lançou seu braço armado, Umkhonto we Sizwe (MK). Os encontros com Mao e Deng não tinham sido do conhecimento público até serem revelados pela pesquisa do Dr. Ellis;

• Bartolomeu Hlapane, um ex-membro do Comitê Central do SACP, testemunhou em tribunal: "Toda a formulação de políticas do ANC foi discutida antes pelo Comitê Central do Partido Comunista". Ele também afirmou: "A política do Umkhonto we do Sizwe foi formulada pelo partido comunista e a organização recebeu suas instruções a partir deste partido". Por este e outros testemunhos, ele e sua esposa foram brutalmente assassinados a tiros e sua filha ficou paraplégica;

• Em 1982, Jorge da Costa, amigo pessoal de Joe Slovo e chefe de segurança do ditador comunista de Moçambique, Samora Machel, desertou para a África do Sul, trazendo provas irrefutáveis ​​da conexão Soviética/SACP/ANC. Referindo-se a  Slovo do  SACP, da Costa afirmou: "Não há dúvida em minha mente que Slovo está por trás de cada operação lançada pelo ANC contra a África do Sul. Ele tem uma mente brilhante e é uma das pessoas mais bem informadas sobre este país".

• O secretário-geral do SACP,  Joe Slovo, um coronel da KGB, estava em contato regular com seus colegas agentes da KGB, como Vasily Solodovnikov, o embaixador russo para a Zâmbia, através do qual as instruções de Moscou eram passadas para o SACP/ANC/MK.

• O Conselho Mundial da Paz, uma organização de fachada internacional comunista dirigida pela KGB,  tem sido um dos aliados mais estáveis ​​do ANC, sendo responsável quase que totalmente por organizar durante décadas a campanha de mídia "Libertem Mandela", que que resultou em sua libertação da prisão.

 • Benjamin Turok, líder SACP, em seu livro de memórias de 2003, “Nothing But the Truth: Behind the ANC’s Struggle Politics ” (Nada além da verdade: Por trás da Luta Política do ANC) lembrou "Como era fácil para um pequeno grupo como o nosso, exercer muita influência no movimento de massas, sem sermos percebidos.

• Em “They Were Part of Us and We Were Part of Them: The ANC in Mozambique from 1976 to 1990” (Eles faziam parte de nós e nós fazíamos parte: O ANC em Moçambique 1976-1990) publicado em 2008, os membros veteranos do CNA relembram sua experiência. Entre os muitos detalhes há uma entrevista com Franny Rabkin e Ronnie Ntuli que contém esse reconhecimento de Franny: "Nós éramos comunistas, e nós éramos a ANC". Ronnie: "E todo mundo também era assim".

• Vladimir Shubin, um oficial soviético, escreveu: "A imprensa russa calculou que a partir de 1963-1991, 1.501 militantes do ANC foram treinados em instituições militares soviéticos." Outros milhares foram treinados nos países que faziam fronteira com a África do Sul. O comunista veterano Gerald Horne, declarou em “Politics Affairs”, o jornal oficial do Partido Comunista dos EUA (CPUSA): "Não pode haver dúvida de que o envolvimento direto de agentes soviéticos ajudaram a elevar o nível de prontidão de combate de unidades armadas do ANC e, especialmente, dos organizadores do movimento armado secreto".

 • Mandela passou o controle do ANC e da África do Sul para a Thabo Mbeki, seu companheiro de longa data e um “ex" membro do SACP. Mbeki, posteriormente, perdeu a luta pelo poder para outro camarada e companheiro de prisão de Mandela, Jacob Zuma, também uma "ex" membro do SACP, que está acelerando as políticas destrutivas do ANC, como o atual presidente da África do Sul.

 • Zuma continuou a Aliança Tripartite, o acordo formal entre o ANC, SACP e COSATU, que garante que o SACP e o COSATU (Congress of South African Trade Unions - Congresso dos Sindicatos Sul Africano) dominado pelos comunistas apoiarão o ANC como o principal grupo comunista a governar a África do Sul.

 • Em 1998, aos 80 anos, Mandela se casou pela terceira vez com Graça Machel, viúva do antigo aliado de Mandela, Samora Machel, o cruel ditador comunista de República Popular de Moçambique. Graça era um antigo membro da FRELIMO, a organização terrorista comunista dirigida por seu marido, que assumiu o controle de Moçambique em 1975. Por mais de uma década, foi um parceira no reinado corrupto de Samora Machel, palco de assassinatos e torturas de homens, mulheres e crianças, incluindo até mesmo muitos dos seus camaradas da FRELIMO quem lhe fizeram oposição.

Os propagandistas da mídia não se incomodam com a evidência

Nosso relato aqui apenas dá uma pálida evidência da verdade. Mas não obstante a enormidade das provas contundentes, os decanos porta vozes do sistema continuam a entoar loas pró-ANC, cantar rapsódias pró-Mandela, sempre dando as mesmas desculpas esfarrapadas. Em um recente artigo na Review of Books New York, Bill Keller, ex-editor executivo New York Times e ex-chefe da sucursal do Times em Johanesburg, tentou negar o comprometimento comunista dos membros do SACP com a afirmação de que "a maioria dos membros [do SACP] não era “inteiramente”  comunista". Sim, continua  argumentando, eles eram apenas um bando de nacionalistas africanos enfeitando sua retórica com alguma alegoria da ideologia marxista. Esse foi o argumento que Keller, o Times e sua laia iriam recitar, ano após ano, nas décadas de 1960, 70, 80 e 90 sempre que uma nova revelação surpreendente ameaçavam tornar óbvio que o ANC não era composto por combatentes da liberdade, mas sim uma bando de lacaios do Kremlin, sanguinários bandidos comunistas. O escritor Sul-Africano Rian Malan espreme Keller, apontando que, entre os muitos veteranos do SACP refutando sua alegação está Hilda Bernstein, amigo de Slovo e esposa do membro do Comitê Central do SACP, Rusty Bernstein. "Joe e Rusty eram stalinistas linha-dura", disse ela em uma entrevista de 2004. "Tudo que os soviéticos faziam era certo. Eles eram muito, muito, pró-soviéticos".

Mas Keller não se convence. Em resposta a cartas ao editor de Malan e ex-membro do SACP, Paul Trewhala, ele descarta as suas provas e as do Prof Ellis, dizendo que ele não concorda "que a aliança com os comunistas condena o ANC como uma frente stalinista. Isso é simplesmente uma absurda perseguição vermelha".
É praticamente um axioma que não importa quão contundentes sejam as provas apresentadas,  que "jornalistas"  da MSM (“grande mídia” - Nota do Tradutor) , como Keller, sempre vão encarar as acusações de conspiração comunista como "perseguição vermelha" e "macarthismo." E, por outro lado, não importa o quão artificiais, frágeis e falsas sejam as acusações feitas por esquerdistas e comunistas contra os conservadores, anticomunistas, pró-vida, os cristãos, Tea Party, Birchers, veteranos militares, etc, que os Kellers do Quarto Estado vão lutar para dar crédito a essas calúnias.

Testemunhamos esta dinâmica em ação na África do Sul, como uma vingança cruel, durante as décadas de 1960 a 90, quando a MSM se juntou com a imprensa comunista, não só na glorificação do ANC, mas também atacando ferozmente (ou ignorando completamente) os moderados líderes negros sul-africanos, muitos dos quais tinham um eleitorado muito maior e as mais legítimas prerrogativas em autoridade moral que Mandela e seus companheiros do ANC.  Os líderes moderados eram: O chefe zulu Mangosuthu Bethelezi, que também é chefe do Partido da Liberdade Inkatha; Tomsanqa Linda, ex-prefeito do município de Ibhayi,  Nelson Botile, ex-prefeito de Soweto; Bispo Lekganyane da Igreja Cristã sionista; Bispo Isaac Mokoena, líder da Reformed Independet Church Association, que congrega  quatro e meio milhões de membros; Dr. Elias Maswanganyi - e muitos outros. As chances são boas que você nunca tenha ouvido falar de qualquer um deles, ou que você só ouviu coisas negativas e desagradáveis sobre eles. Mas isso não foi uma questão de mero acaso, mas sim uma ação de acordo com um plano para garantir que nenhum desafio sério para Mandela e a liderança do ANC/SACP viria à tona. Esse mesmo plano continua sendo executado, garantindo que os bandidos e ladrões que são herdeiros do ANC de Mandela permanecerão no comando da África do Sul.

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Leia mais sobre Mandela:
 http://cloneclock.blogspot.com.br/2013/12/obrigado-mandela.html

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Mandela cantando “Matem os fazendeiros”

Jacob Zuma cantando “Matem os fazendeiros”

Livro: “A História do Comunismo na África do Sul”

Livro: “Missão Externa: O ANC no exílio, 1960-1990”

Sinopse desse livro:

Videos do “colar”

Winnie Mandela mandando acender os fósforos

colar


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