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Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade. George Orwell ------------“Eu sou um anticomunista que se declara anticomunista. Geralmente, o anticomunista diz que não é. Mas eu sou e confesso. E por quê? Porque a experiência comunista inventou a antipessoa, o anti-homem. Conhecíamos o canalha, o mentiroso. Mas, todos os pulhas de todos os tempos e de todos os idiomas, ainda assim, homens. O comunismo, porém, inventou alguém que não é homem. Para o comunista, o que nós chamamos de dignidade é um preconceito burguês. Para o comunista, o pequeno burguês é um idiota absoluto justamente porque tem escrúpulos”, Entrevista à VEJA em 1969 Nelson Rodrigues--------

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Mostrando A verdade que a mídia não mostra - NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA. PENSE, QUESTIONE E ANALISE.SAIA DA MATRIX ! Porque o mundo não é como nos contaram, a história foi modificada, a música, o cinema, a política, o esporte, a igreja, os alimentos, tudo está no domínio deles, até o CLIMA.

A Verdade sobre Mandela

“Santo” Mandela? Devagar com o andor!
William Jasper
Trad. L. Valentin
03/07/2013

O presidente Barack Obama comparou-o a George Washington. Chris Matthews da MSNBC (rede de TV a cabo americana - Nota do Tradutor) anunciou-o como "talvez o maior herói do mundo". O Las Vegas Guardian Express dispensou o "talvez", declarando, em manchete: "Nelson Mandela o Maior Herói do Mundo". Outros já o batizaram de "o maior homem do século 20".  Muitos o reverenciam como "o salvador" da África do Sul”. Crianças em idade escolar em todo o mundo leem livros, fazem redações, cantam músicas sobre ele e assistem filmes que exaltam suas virtudes e conquistas heroicas.

À medida que escrevo, Mandela  que tem 94 anos de idade tem estado perto da morte por vários dias, é  o assunto de  notícias atualizadas frequentemente e o alvo de  vigílias lacrimejantes de oração em todo o mundo. Com o anúncio de sua morte, logo surgirão os elogios e, em sua honra, inúmeras ruas, estradas, escolas, estádios, parques e prédios públicos serão renomeados.

Durante as últimas três décadas, Nelson Mandela, mais que qualquer outro ser humano na história humana, foi envolto em adulação da mídia global. Nenhum papa presidente, rei, herói da guerra, estrela de cinema ou uma estrela de rock, pode se orgulhar de ter sido alvo de tantos elogios compactos, sinceros e contínuos. É comum que os ditadores totalitários empreguem seus meios de comunicação controlados por seus Estados, para criar um culto de adoração da personalidade para si próprios - Stalin, Hitler, Mao, Fidel Castro, Kim Il-sung - mas fora de seus países, geralmente, existem jornalistas e órgãos de comunicação social que irão denunciar seus crimes, falhas e erros. Mandela não teve que se preocupar com a roupa suja, ele é a primeira pessoa a alcançar um quase total culto da personalidade universal, graças inteiramente à incomparável campanha de glorificação dada pelos grandes meios de comunicação nos Estados Unidos e na Europa.

Como já relatado, em 1990, a respeito de sua turnê mundial daquele ano, após a sua libertação da prisão, a saturação da cobertura pela mídia foi sem precedentes (e cobertura apaixonada) - e jamais dada a qualquer outra pessoa desde então. Ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade dos Estados Unidos, o Prêmio Lenin da Paz da União Soviética, e inúmeras outras honrarias de países, universidades e instituições.

O que é que Nelson Mandela tem para justificar esta adoração global? Certamente, sua fisionomia contribui, ele é alto, parece digno e estadista, é gracioso em discursos públicos, e lembra um avô. Ele não parece ser o radical contador de vantagens como, digamos, Al Sharpton,  Robert Mugabe do Zimbabwe,  ou o atual chefe do ANC, Jacob Zuma. Verdade que ele passou muitos anos na prisão, mas não apenas por se opor à injustiça e ao racismo, como suas legiões de hagiógrafos nos querem fazer crer. Ele era um líder do Congresso Nacional Africano (ANC), uma organização catalogada como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e de muitos governos e agências de inteligência. Ele também foi co-fundador da organização da  ANC “Umkhonto we Sizwe “(Lança da Nação - MK), um grupo terrorista militante dentro de outro grupo terrorista. Ele foi julgado e condenado por suas contínuas atividades terroristas e subversivas dentro dessas organizações.

Milhares de autênticos prisioneiros de consciência, que fizeram nada de mais "criminoso" do que discursar ou falar contra a tirania, estão definhando nas prisões de todo o planeta sem haver sequer um pio de protesto das legiões de adoradores de Mandela ou do coro de seus promotores na mídia. Quantos desses, que consideram Mandela como bússola moral do mundo, já ouviram falar do Cardeal Kung, o bispo católico de Xangai, que foi preso na China comunista há 33 anos, sendo a maior parte no mesmo período em que Mandela estava na prisão? A prisão  do heroico Cardeal Kung,  foi em muitos aspectos mais severa do que a que Mandela enfrentou, mas nenhum representante da mídia festiva o esperava quando ele foi solto em 1988. O mesmo vale para o Dr. Oscar Elias Biscet, um médico cubano negro, que foi liberado do sistema prisional de Fidel Castro em 2011, depois de brutal cativeiro pelo o "crime" de criticar o regime comunista da ilha. Será que Nelson Mandela censurou seus companheiros em Pequim e Havana, quando foi ate lá? Ou será que ele denunciou a situação dos inúmeros prisioneiros políticos e religiosos em seus gulags? Se ele fez assim, não há registro público disso, enquanto, por outro lado, existem abundantes registros dele elogiando os regimes opressores.

Mandela: comunista, terrorista, mentiroso

Isso nos leva diretamente a uma das questões mais importantes sobre Nelson Mandela: Ele era um comunista com  "C" maiúsculo, que significa ser um membro disciplinado do Partido Comunista, que, neste caso, seria o Partido Comunista Sul Africano (SACP)? No seu julgamento por traição em 1958, Nelson Mandela negou ser membro da SACP, uma negação que, desde então, ele tem repetido muitas vezes e manteve até o fim. Seus defensores se dividem em duas grandes categorias sobre esta questão:  aqueles que acreditam que a sua negação é verdade e aqueles que dizem que, com efeito, "E daí? O que importa se ele foi/é um comunista? "

Aqueles que dizem que acreditam em sua negação precisam ignorar uma montanha de evidências em contrário, muito que já está disponível há décadas, e muito, que veio recentemente à tona: registros do SACP anteriormente indisponíveis, arquivos do governo de países comunistas, memórias e biografias e entrevistas com membros do  SACP e do ANC  no período.

Aqueles que dizem "E daí?" para a questão de Mandela ser membro do SACP precisam ignorar os fatos bem estabelecidos que mostram:

• O SACP foi, e continua sendo, uma ferrenha organização  marxista-leninista em que todos os membros devem prometer obediência inquestionável à vontade do Partido, conforme determinado pelo seu Comitê Central;

• O SACP segue a direção do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), e, como tal, era um agente de uma potência estrangeira hostil; 

• os membros do SACP, incluindo Mandela, tomaram secretamente o controle do ANC,  destituindo e sabotando os líderes do ANC comprometidos com reformas e mudanças feitas através de meios políticos pacíficos;

• A ANC e seu braço terrorista, Umkhonto we Sizwe (MK), que também era controlada pelo SACP, foram treinados na Rússia Soviética, China Vermelha, ou nos estados comunistas de fronteira - Zâmbia, Angola, Moçambique, Tanzânia, Zimbabwe - por instrutores comunistas Soviéticos, Chineses, da Alemanha Oriental,  de Cuba, da República Checa, entre outros;

• A ANC e MK,  controlados pelo  SACP, exploraram as condições de apartheid, o racismo e o colonialismo, não para ajudar os negros da África do Sul, mas para promover os objetivos da União Soviética e da conspiração comunista mundial;

• A ANC e MK,  controlados pelo  SACP , usaram o treinamento e armas fornecidos pelos comunistas para dirigir o seu terror, tortura e assassinato contra a maioria negra da África do Sul, mesmo com mais freqüência do que contra a minoria branca;

• Se Mandela não somente era um membro do Partido Comunista, mas também um alto líder do SACP - o que a evidência mostra inexoravelmente que ele era - então ele não é apenas um mentiroso colossal e persistente, mas ele é o maior culpado pelos inúmeros atos de terror, tortura e assassinato cometidos por mobilizações da ANC e pelos oficiais do MK,  nas últimas décadas;
• Mandela legou a África do Sul, um estado de partido único governado pela cada vez mais tirânica e cleptocrática ANC/SACP, que está levando o país  rumo à destruição econômica, a um nível recorde de criminalidade violenta, caos e genocídio.

A próxima onda de terror e genocídio

O último ponto mencionado acima é especialmente relevante, já que o propósito ostensivo da revolução do ANC/SACP era melhorar a situação da população negra em desvantagem. Em vez disso, eles estão transformando o que era, de longe, o estado mais próspero da África (e aquele para o qual os africanos negros fugiam para escapar da opressão vermelho/negra, apesar de estar vigorando o sistema de apartheid na África do Sul) em um despotismo corrupto com esmagamento da dissidência, saqueamento do tesouro por altos funcionários do governo; desemprego altíssimo, aumento da pobreza e falta de moradia, algumas das mais altas taxas do mundo em homicídio, estupro, roubo, seqüestro, roubo de carros, e as mais altas taxas do mundo em infecção por HIV/AIDS.

Resolver a questão do papel de Mandela no SACP  fica ainda mais importante quando examinado em seu contexto histórico, que é, no contexto da Guerra Fria e campanhas agressivas da soviéticos no Terceiro Mundo através de "guerras de libertação nacional." Durante esse período os comunistas estavam matando dezenas de milhões de seus próprios países, o que o professor RJ Rummel chama de "democídio", ou o assassinato em massa do povo pelo próprio governo.

O Dr. Rummel, que cuidadosamente catalogou os 15 maiores regimes em mega-assassinatos, contabiliza o número de suas vítimas, durante o século 20, em uma estimativa conservadora de mais de 151 milhões - contando apenas até 1987. A grande maioria desses foi morta por regimes comunistas que diziam serem as forças de "libertação". Uma parcela significativa desse abate ocorreu na África por essas mesmas forças de libertação. E não ainda acabou. Na verdade, como já relatado, os sinais cabais e ameaçadores, citados por especialistas em genocídio, é que o ANC está se preparando para lançar uma campanha de genocídio de estilo comunista na "Nação do Arco Iris" contra a população branca restante, que certamente também será dirigida contra os indianos, chineses e milhões de negros.



A campanha de genocídio contra os brancos sul-africanos já vem acontecendo há vários anos, mas ainda não atingiu os estágios de  intensidade máxima de abate, testemunhados em Ruanda, Burundi, ou Serra Leoa. Mas isso pode ser alcançado em breve, e se acontecer, Nelson Mandela será responsável por sua deflagração. Cenas de vídeo assustadoras, com Mandela cantando uma canção genocida da  ANC/MK sobre matar os brancos, desmentem a sua imagem do santo.

Da mesma forma, em outro vídeo impressionante, Jacob Zuma, companheiro de longa data de Mandela no ANC e no SACP (e atual presidente da África do Sul), canta "Kill the Boer", que significa matar o fazendeiro branco. Ainda mais arrepiante do que as palavras da canção assassina é o comportamento próximo frenético que desperta em muitos dos membros da máfia reunidos. Esta é uma clara incitação ao genocídio feita pelos principais membros da ANC da África do Sul que estão no governo, os mesmos indivíduos que incessantemente se apresentam como defensores da paz.

Do mesmo modo, a política do "discurso de ódio"  em nossos meios de comunicação, que são rápidos para atacar  qualquer gafe racial ou "homofóbica", real ou fabricada, cometida por políticos, celebridades e cidadãos comuns, mas que hipocritamente ignoram os endossos ao genocídio  de Mandela/Zuma - ou tentam exonerá-los de qualquer maldade, com desculpas esfarrapadas sobre as músicas, dizendo que são meros slogans culturais/políticos.
Mas com os incêndios, violência e caos que ainda devastam a África do Sul, as ações dos líderes mais respeitados do ANC é como derramar gasolina no fogo.  Eles estão alimentando um inferno genocida. Já vimos em que isso vai descambar, uma coisa horrível que as palavras não podem descrever. Vídeos das torturas/execuções como o  “colar”, promovidas pela ANC têm documentado o tipo grotesco de "justiça" que é empregada pelos companheiros e asseclas de Mandela, Mbeki e Zuma. Neste método indizivelmente selvagem de terror/crime a vítima é tomada por uma multidão vociferante, espancada, esfaqueada, apedrejada, e então, quando ainda está viva, tem um pneu embebido em gasolina colocada ao redor de seu pescoço e incendiado. Pode demorar agonizantes minutos para a infeliz vítima morrer. 

Centenas de vítimas, a maioria dos quais negros, foram mortos desta forma por hordas de linchadores lideradas pelo ANC. A segunda esposa de Nelson Mandela, Winnie Mandela, foi capturada em um vídeo infame gritando para uma enorme multidão: "Com as nossas caixas de fósforos e os nossos colares vamos libertar este país!" Apesar disso e do fato que ela foi condenada em tribunal pela tortura/assassinato  de Stompie Moeketsi de 14 anos de idade,  e considerada culpada pela comissão Sul-Africana da Verdade e Reconciliação (SATRC) pelo sequestro, tortura e assassinato de inúmeros homens, mulheres e crianças, Winnie Mandela está livre como um pássaro e ainda é membro do  Comitê Executivo do ANC. Se Nelson Mandela e Jacob Zuma tem qualquer "autoridade moral", isso não tem se evidenciado por  condenar e querer retirar esta assassina do mais alto órgão do ANC.

O “colar”  é um dos "presentes" mais persistentes do ANC para a humanidade, tendo sido exportado para o Haiti, Zimbábue, Nigéria, México e muitos outros países. E, ao longo dos últimos anos, muitas notícias dão conta  do seu renascimento na África do Sul. (No Brasil é conhecido como “micro-ondas” -Nota do Tradutor)

Evidência esmagadora: culpado sem qualquer dúvida

A evidência de que Nelson Mandela era um membro do Partido Comunista Sul-Africano é tão grande que nós vamos nos detalhar apenas em  uma pequena fração dela. Sem dúvida, o  Dr. Henry R. Pike bateu o recorde sobre esse assunto em 1985, com sua obra monumental de 600 páginas, “A História do Comunismo na África do Sul”, a qual está fartamente documentada com muitas fotografias e reproduções de registros judiciais oficiais e documentos do SACP, ANC e MK.

Desde 2012 uma nova prova importante foi disponibilizada, com a publicação do  extraordinário livro do historiador Stephen Ellis, “Missão Externa: O ANC no exílio, 1960-1990”. Dr. Ellis, professor da Universidade Livre de Amsterdã não é conservador e não defende o apartheid, ele é um ex-pesquisador da Anistia Internacional e foi pesquisador da SATRC de Mandela. Na verdade, ele se esforça ao máximo para provar o envolvimento de Mandela com o SACP. Mesmo assim, os fatos falam por si - e eles são contundentes.
Além disso, agora temos muitas confirmações provenientes de entrevistas e artigos ao longo da última década na imprensa oficial do Partido Comunista e nos livros e artigos de Vladimir Shubin, um funcionário soviético que esteve comissionado na África do Sul por muitos anos e teve um papel chave nas políticas do Kremlin com relação à África do Sul e, mais especificamente, fornecendo ajuda para a direção do SACP e do ANC.

Em seu livro, “ANC: A View from Moscow “(Bellville, África do Sul: Mayibuye, 1999), embora Shubin tenha o cuidado de preservar o Kremlin em suas revelações, ele confirma muito do que os críticos anticomunistas há muito denunciavam (e que, os chamados intelectuais e especialistas da mídia, sempre esconderam), bem como fornece de detalhes que antes não eram de domínio público. Aqui está uma pequena amostra da imensa quantidade de provas da longa participação de Mandela no comando do Partido Comunista Sul-Africano:

• Entre as evidências descobertas recentemente pelo Prof Ellis está a ata oficial de uma reunião secreta  do SACP em 1982 na qual o veterano líder do Partido John Pule Motshabi explica aos companheiros que Mandela foi um  membro(secreto) do SACP  por duas décadas;

• Rowley Israel Arenstein, um advogado e líder do  SACP desde os anos 1930, disse que Mandela foi escolhido pelo SACP para criar o Umkhonto we Sizwe (MK), além de ter sido o principal instrumento da SACP no "seqüestro" do ANC , marginalizando o seu líder de longa data e presidente Albert Lithuli, um oponente do programa do SACP de "libertação" através confronto armado.

• Durante o julgamento de Rivonia (Outubro de 1963-junho 1964), Bruno Motolo, um membro negro do SACP, ANC e MK, prestou depoimento devastador do envolvimento de Mandela em todos os três grupos. Apesar das ameaças de morte, mais tarde ele ainda forneceu mais detalhes em seu livro de memórias, “Umkhonto we Sizwe” (O Caminho para a esquerda);
 • Outros membros proeminentes do SACP que identificaram publicamente Mandela como um companheiro comunista foram Paul Trewhela, Joe Matthews, Hilda Bernstein e Brian Bunting;

• Paul Trewhela, um membro da SACP que esteve preso (1964-1967) por suas atividades comunistas e, mais recentemente cooperou com o  Prof Ellis em sua pesquisa nos arquivos da STASI (subsidiária alemã oriental da KGB), disse: "Mandela foi na verdade um membro do Comitê Central do Partido Comunista Sul-Africano".

• Durante o julgamento de Rivonia, mais de 10 documentos escritos de próprio punho por  Mandela foram apresentados como prova, num total de centenas de páginas. Um deles, intitulado "Como ser um bom comunista", ele escreveu: "Sob o governo comunista, a África do Sul vai se tornar uma terra de leite e mel ... No nosso país, a luta das massas oprimidas é liderada pelo Partido Comunista Sul-Africano e inspirado por suas políticas”. Ele também escreveu: "O povo da África do Sul, liderado pelo Partido Comunista Sul-Africano, vai destruir a sociedade capitalista e construir em seu lugar o socialismo".

• Documentos de Rivonia mostram que Mandela também declarou que "traidores e informantes devem ser impiedosamente eliminados",  recomendando que  "cortassem seus narizes" - entre outras barbaridades - um procedimento que ele havia adotado copiando de terroristas comunistas da FLN da Argélia e que tinha posto em prática no  MK;

• Mandela não negou ter escrito tal material condenatório, mas apenas tentou explicá-lo, alegando que eram notas que ele havia escrito para fins de estudo;

• A testemunha surpresa  do julgamento de Rivonia foi Gerard Ludi, um alto membro do SACP que na verdade era um agente infiltrado, Q-018, da Divisão Especial da Polícia Sul-Africana. Ludi forneceu evidências incriminatórias detalhadas sobre a liderança do SACP e atividades ilegais. Ele identificou Mandela como "o principal homem  no comitê central do partido comunista clandestino". Revelações posteriores provaram a veracidade do testemunho de Ludi.
• Na categoria de uma imagem valer mais que mil palavras, uma das imagens mais marcantes do Mandela é dele embaixo de um gigante martelo e foice comunistas (foto à esquerda), lado a lado com Joe Slovo, líder máximo do SACP - ambos fazendo a saudação comunista com o punho fechado. Mandela declarou: "Eu saúdo o Partido Comunista Sul-Africano por sua imensa contribuição para a luta pela democracia." É digno de nota que isto ocorreu não uma, mas muitas vezes, quando Mandela e Slovo viajaram por toda África do Sul;
• O camarada Slovo, um lituano Comunista e coronel da KGB soviética, foi durante décadas um dos colaboradores mais próximos de Mandela no SACP, ANC, e MK;

• O próprio Slovo afirmou, em 1986, no seu artigo de propaganda, “Campanha da Sabotagem”: "Para constituir o alto comando [do Umkhonto we Sizwe - MK] a ANC designou Mandela e o partido me indicou." Já que Mandela era secretamente um alto líder do Partido, isto constitui um reconhecimento de que o SAPC  designava membros e, portanto, controlava o  MK  desde o princípio.

Então, Nelson Mandela não era apenas um membro comum do SACP, mas um alto líder comunista nele, um membro do seu Comitê Central executivo. E não é só isso! Ele foi escolhido por seus companheiros comunistas da liderança para ser o membro chave vermelho que iria lançar a guerra de terror, aprovada pelo Kremlin, apoiada pelos soviéticos contra o governo Sul-Africano.

O ANC tinha começado como uma organização não comunista, e, como uma organização de massas de amplo alcance, sempre teve muitos membros não comunistas e anticomunistas. No entanto, eles não eram páreo para o SACP rigidamente disciplinado e conspirador, que rapidamente se infiltrou e assumiu o seu controle. "A primeira aliança real entre o ANC e os comunistas," Dr. Pike escreveu: "remonta a 1928, quando EJ Khalile, o secretário-geral do  ANC, foi eleito para o Comitê Central do SACP. Deste momento em diante, a aliança prosperou , mesmo tendo passado por períodos difíceis quando os não comunistas tentaram livrar-se das garras comunista, sem, no entanto, jamais conseguir isso.”

Os novos mestres coloniais: Moscou, Pequim, Havana

Aqui está uma pequena amostra da evidência esmagadora dos laços do SACP com Moscou e Pequim e o controle decisivo do SACP sobre o ANC e MK:

• Em 1960, os principais membros do SACP foram a Moscou e Pequim buscar ajuda. Em Pequim, eles se encontraram pessoalmente com o ditador Mao Tse Tung e Den Xiaoping, assistente de Mao e seu eventual sucessor. Foi somente com as bênçãos do Kremlin e de Mao que a ANC  liderada pelo SACP lançou seu braço armado, Umkhonto we Sizwe (MK). Os encontros com Mao e Deng não tinham sido do conhecimento público até serem revelados pela pesquisa do Dr. Ellis;

• Bartolomeu Hlapane, um ex-membro do Comitê Central do SACP, testemunhou em tribunal: "Toda a formulação de políticas do ANC foi discutida antes pelo Comitê Central do Partido Comunista". Ele também afirmou: "A política do Umkhonto we do Sizwe foi formulada pelo partido comunista e a organização recebeu suas instruções a partir deste partido". Por este e outros testemunhos, ele e sua esposa foram brutalmente assassinados a tiros e sua filha ficou paraplégica;

• Em 1982, Jorge da Costa, amigo pessoal de Joe Slovo e chefe de segurança do ditador comunista de Moçambique, Samora Machel, desertou para a África do Sul, trazendo provas irrefutáveis ​​da conexão Soviética/SACP/ANC. Referindo-se a  Slovo do  SACP, da Costa afirmou: "Não há dúvida em minha mente que Slovo está por trás de cada operação lançada pelo ANC contra a África do Sul. Ele tem uma mente brilhante e é uma das pessoas mais bem informadas sobre este país".

• O secretário-geral do SACP,  Joe Slovo, um coronel da KGB, estava em contato regular com seus colegas agentes da KGB, como Vasily Solodovnikov, o embaixador russo para a Zâmbia, através do qual as instruções de Moscou eram passadas para o SACP/ANC/MK.

• O Conselho Mundial da Paz, uma organização de fachada internacional comunista dirigida pela KGB,  tem sido um dos aliados mais estáveis ​​do ANC, sendo responsável quase que totalmente por organizar durante décadas a campanha de mídia "Libertem Mandela", que que resultou em sua libertação da prisão.

 • Benjamin Turok, líder SACP, em seu livro de memórias de 2003, “Nothing But the Truth: Behind the ANC’s Struggle Politics ” (Nada além da verdade: Por trás da Luta Política do ANC) lembrou "Como era fácil para um pequeno grupo como o nosso, exercer muita influência no movimento de massas, sem sermos percebidos.

• Em “They Were Part of Us and We Were Part of Them: The ANC in Mozambique from 1976 to 1990” (Eles faziam parte de nós e nós fazíamos parte: O ANC em Moçambique 1976-1990) publicado em 2008, os membros veteranos do CNA relembram sua experiência. Entre os muitos detalhes há uma entrevista com Franny Rabkin e Ronnie Ntuli que contém esse reconhecimento de Franny: "Nós éramos comunistas, e nós éramos a ANC". Ronnie: "E todo mundo também era assim".

• Vladimir Shubin, um oficial soviético, escreveu: "A imprensa russa calculou que a partir de 1963-1991, 1.501 militantes do ANC foram treinados em instituições militares soviéticos." Outros milhares foram treinados nos países que faziam fronteira com a África do Sul. O comunista veterano Gerald Horne, declarou em “Politics Affairs”, o jornal oficial do Partido Comunista dos EUA (CPUSA): "Não pode haver dúvida de que o envolvimento direto de agentes soviéticos ajudaram a elevar o nível de prontidão de combate de unidades armadas do ANC e, especialmente, dos organizadores do movimento armado secreto".

 • Mandela passou o controle do ANC e da África do Sul para a Thabo Mbeki, seu companheiro de longa data e um “ex" membro do SACP. Mbeki, posteriormente, perdeu a luta pelo poder para outro camarada e companheiro de prisão de Mandela, Jacob Zuma, também uma "ex" membro do SACP, que está acelerando as políticas destrutivas do ANC, como o atual presidente da África do Sul.

 • Zuma continuou a Aliança Tripartite, o acordo formal entre o ANC, SACP e COSATU, que garante que o SACP e o COSATU (Congress of South African Trade Unions - Congresso dos Sindicatos Sul Africano) dominado pelos comunistas apoiarão o ANC como o principal grupo comunista a governar a África do Sul.

 • Em 1998, aos 80 anos, Mandela se casou pela terceira vez com Graça Machel, viúva do antigo aliado de Mandela, Samora Machel, o cruel ditador comunista de República Popular de Moçambique. Graça era um antigo membro da FRELIMO, a organização terrorista comunista dirigida por seu marido, que assumiu o controle de Moçambique em 1975. Por mais de uma década, foi um parceira no reinado corrupto de Samora Machel, palco de assassinatos e torturas de homens, mulheres e crianças, incluindo até mesmo muitos dos seus camaradas da FRELIMO quem lhe fizeram oposição.

Os propagandistas da mídia não se incomodam com a evidência

Nosso relato aqui apenas dá uma pálida evidência da verdade. Mas não obstante a enormidade das provas contundentes, os decanos porta vozes do sistema continuam a entoar loas pró-ANC, cantar rapsódias pró-Mandela, sempre dando as mesmas desculpas esfarrapadas. Em um recente artigo na Review of Books New York, Bill Keller, ex-editor executivo New York Times e ex-chefe da sucursal do Times em Johanesburg, tentou negar o comprometimento comunista dos membros do SACP com a afirmação de que "a maioria dos membros [do SACP] não era “inteiramente”  comunista". Sim, continua  argumentando, eles eram apenas um bando de nacionalistas africanos enfeitando sua retórica com alguma alegoria da ideologia marxista. Esse foi o argumento que Keller, o Times e sua laia iriam recitar, ano após ano, nas décadas de 1960, 70, 80 e 90 sempre que uma nova revelação surpreendente ameaçavam tornar óbvio que o ANC não era composto por combatentes da liberdade, mas sim uma bando de lacaios do Kremlin, sanguinários bandidos comunistas. O escritor Sul-Africano Rian Malan espreme Keller, apontando que, entre os muitos veteranos do SACP refutando sua alegação está Hilda Bernstein, amigo de Slovo e esposa do membro do Comitê Central do SACP, Rusty Bernstein. "Joe e Rusty eram stalinistas linha-dura", disse ela em uma entrevista de 2004. "Tudo que os soviéticos faziam era certo. Eles eram muito, muito, pró-soviéticos".

Mas Keller não se convence. Em resposta a cartas ao editor de Malan e ex-membro do SACP, Paul Trewhala, ele descarta as suas provas e as do Prof Ellis, dizendo que ele não concorda "que a aliança com os comunistas condena o ANC como uma frente stalinista. Isso é simplesmente uma absurda perseguição vermelha".
É praticamente um axioma que não importa quão contundentes sejam as provas apresentadas,  que "jornalistas"  da MSM (“grande mídia” - Nota do Tradutor) , como Keller, sempre vão encarar as acusações de conspiração comunista como "perseguição vermelha" e "macarthismo." E, por outro lado, não importa o quão artificiais, frágeis e falsas sejam as acusações feitas por esquerdistas e comunistas contra os conservadores, anticomunistas, pró-vida, os cristãos, Tea Party, Birchers, veteranos militares, etc, que os Kellers do Quarto Estado vão lutar para dar crédito a essas calúnias.

Testemunhamos esta dinâmica em ação na África do Sul, como uma vingança cruel, durante as décadas de 1960 a 90, quando a MSM se juntou com a imprensa comunista, não só na glorificação do ANC, mas também atacando ferozmente (ou ignorando completamente) os moderados líderes negros sul-africanos, muitos dos quais tinham um eleitorado muito maior e as mais legítimas prerrogativas em autoridade moral que Mandela e seus companheiros do ANC.  Os líderes moderados eram: O chefe zulu Mangosuthu Bethelezi, que também é chefe do Partido da Liberdade Inkatha; Tomsanqa Linda, ex-prefeito do município de Ibhayi,  Nelson Botile, ex-prefeito de Soweto; Bispo Lekganyane da Igreja Cristã sionista; Bispo Isaac Mokoena, líder da Reformed Independet Church Association, que congrega  quatro e meio milhões de membros; Dr. Elias Maswanganyi - e muitos outros. As chances são boas que você nunca tenha ouvido falar de qualquer um deles, ou que você só ouviu coisas negativas e desagradáveis sobre eles. Mas isso não foi uma questão de mero acaso, mas sim uma ação de acordo com um plano para garantir que nenhum desafio sério para Mandela e a liderança do ANC/SACP viria à tona. Esse mesmo plano continua sendo executado, garantindo que os bandidos e ladrões que são herdeiros do ANC de Mandela permanecerão no comando da África do Sul.

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Leia mais sobre Mandela:
 http://cloneclock.blogspot.com.br/2013/12/obrigado-mandela.html

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Mandela cantando “Matem os fazendeiros”

Jacob Zuma cantando “Matem os fazendeiros”

Livro: “A História do Comunismo na África do Sul”

Livro: “Missão Externa: O ANC no exílio, 1960-1990”

Sinopse desse livro:

Videos do “colar”

Winnie Mandela mandando acender os fósforos

colar


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Mesmo faltando ao trabalho e deixando os pontos já assinados, a engenheira tirou fotos na Rússia e divulgou no Facebook

Um caso inusitado aconteceu em Belém. A engenheira e funcionária pública da Secretaria Estadual de Transportes (Setran) do estado, Iolanda Vilhena, foi para a Rússia acompanhar o marido, Adélcio Torres, na torcida pela seleção brasileira. O que seria uma situação normal, se ela tivesse requerido licença ou férias, acabou virando uma saia justa para a servidora, já que ela não somente abandonou o trabalho, como deixou todos os pontos assinados.
Iolanda, que trabalha no Departamento de Planejamento (Dirplan) da Setran, deixou todos os pontos de serviço assinados durante todo este mês de junho enquanto acompanha os jogos na Rússia, conforme demonstra as fotos publicadas na matéria Portal Roma News.
Ainda no primeiro jogo da seleção brasileira no estádio de Rostov, no dia 17 de junho, a engenheira e o marido posaram para foto com as bandeiras do Brasil e do Pará nas arquibancadas. Iolanda também mostrou foto em seu perfil no Facebook com camisa da seleção em um estádio de futebol da Copa do Mundo.
A produção do jornal Roma News enviou pedido de esclarecimento à Setran, mas a assessoria apenas informou, que a Secretaria Estadual de Administração (Sead), é o órgão responsável por disciplinar o horário de expediente e a folha de ponto dos servidores públicos.




Todos Os Países Que Obtiveram Empréstimos Do BNDES, Já Anunciaram Um Gigantesco CALOTE. E Quem Vai Pagar Por Isso?

Resultado da primeira de uma série de auditorias que o TCU está fazendo nos empréstimos do BNDES para obras de infraestrutura no exterior durante o governo do PT.

No ano passado, publicamos que a área técnica do tribunal havia encontrado indícios de irregularidades em 140 operações de crédito analisadas, num total superior a R$ 50 bilhões – sendo a Odebrecht a principal beneficiária desses recursos.
Agora, os auditores descobriram que as gestões petistas manipularam os padrões de análise de risco e garantia, para conseguir liberar dezenas de bilhões a países amigos que não teriam condições de obter tais financiamentos em qualquer outro lugar no planeta.
E em condições absolutamente vantajosas, inclusive com juros subsidiados. Boa parte dessa dinheirama jorrou diretamente do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que agora é usado novamente para cobrir o rombo bilionário do calote de Moçambique e Venezuela.
O governo do PT reduziu, por conta própria, a classe de risco dos países amigos, como os integrantes da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi).
Sem precisar fazer qualquer ajuste fiscal, países com classificação de risco entre 5 e 7 passaram a ser considerados de risco 1, iguaizinhos às principais economias mundiais.
Em 30 dessas operações de crédito analisadas, os amigos de Lula e Dilma pagaram no máximo 12% do prêmio do seguro sobre os empréstimos. É o mesmo que pagar pelo jantar apenas o valor da gorjeta do garçom.
Em vez de receber R$ 835 milhões, o Fundo Garantidor de Exportações teve que se contentar com  R$ 99 milhões.
O governo ainda permitiu que esses prêmios do seguro fossem pagos de forma parcelada e junto com os pagamentos do próprio financiamento (‘modalidade ongoing’). Como deram calote, Moçambique e Venezuela embolsaram a nossa grana e nem quitaram o seguro.
Os problemas identificados pelo TCU não param por aí.
A SBCE (Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação), sociedade do BNDES com o BB e a Coface francesa, lavou as mãos e passou a emitir na gestão petista pareceres técnicos “sem recomendação conclusiva” sobre a viabilidade desses empréstimos.
Para emprestar cada vez mais aos amigos do Foro de São Paulo, os governos petistas manipularam ainda os padrões de exposição de risco, permitindo acesso a linhas de crédito impensáveis e a um custo baixíssimo.
Também foram desrespeitados os protocolos de mitigação dos riscos para esses empréstimos.
A prática internacional exige – inclusive do próprio Estado brasileiro – o cumprimento de uma série de salvaguardas para a redução do risco e, com isso, obter melhores condições de crédito, como a abertura de conta bancária em terceiro país (de economia sólida), vinculada a uma moeda forte.
O TCU descobriu que os órgãos responsáveis, como BNDES, Camex e Ministério da Fazenda, nem sequer tinham uma metodologia para mitigação da taxa de juros.
Dizer que tudo isso foi uma farra com o dinheiro do contribuinte é pouco.
fonte: o antagonista


Expectativa é que a Coreia do Norte acabe com a perseguição religiosa após abertura política

O três coreanos-americanos libertados pela Coreia Norte chegaram aos Estados Unidos na madrugada desta quinta-feira (10). Eles foram acompanhados pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, que foi buscá-los pessoalmente.
O trio foi recepcionado pelo presidente Donald Trump, a primeira-dama Melania e o vice Mike Pence na porta do avião, assim que aterrissaram na base de Andrews da Força Aérea, perto da capital Washington.
Kim Hak-song, Kim Sang-duk e Kim Dong-chul foram libertados na quarta-feira (9), quando Pompeo se reuniu com o líder norte-coreano Kim Jong-un para acertar os detalhes da reunião de Kim com Trump. Embora o local e a data já tenham sido definidos, ainda não foram divulgados.
A agência de notícias norte-coreana KCNA divulgou que Kim aceitou o pedido dos Estados Unidos para libertar os presos que têm nacionalidade norte-americana e lhes concedeu anistia total. A expectativa é que a Coreia do Norte acabe com a perseguição religiosa após abertura política e o acordo de paz com a vizinha Coreia do Sul, após cerca de 70 anos de guerra.
Embora a maior parte da imprensa tenha ocultado, todos os presos eram missionários e foram condenados porque pregavam o evangelho, o que é proibido pelo regime comunista e considerado um ato de traição.
“Gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão ao governo dos Estados Unidos, ao presidente Trump, ao secretário Pompeo e ao povo dos Estados Unidos por nos trazerem para casa. Agradecemos a Deus e a todas as nossas famílias e amigos que oraram por nós e pelo nosso retorno”,  disseram os três em um comunicado divulgado à imprensa.

Todos são missionários

Tony Kim, também conhecido como Kim Sang Duk, de 59 anos, foi professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang. Ele estava detido desde 22 de abril de 2017, acusado de “cometer atos criminosos de hostilidade destinados a derrubar o governo norte-coreano”. Embora não oficialmente, ele atuava como missionário, como todos os funcionários estrangeiros da Universidade, fundada e mantida até hoje por uma organização evangélica norte-americana.
Kim Hak Song, 55 anos, também trabalhou na Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang antes de sua detenção em 6 de maio de 2017. Ele foi preso, sob suspeita de cometer “atos hostis” contra o governo do país. Em entrevista concedida antes de ser preso, ele admitiu que seu trabalho como professor era uma maneira de conseguir ficar no país, mas que ele se via como um missionário.
Kim Dong Chul, 64 anos, foi preso em outubro de 2015 e cumpre um mandado de 10 anos com trabalhos forçados por “espionagem”. Ele é pastor e, em sua “confissão” pública, Kim admitiu ser culpado de tentar espalhar o cristianismo entre os norte-coreanos.
A expectativa é que a soltura desses três cristãos seja o prenúncio de uma abertura na Coreia do Norte na questão da liberdade religiosa. Com informações de Associated Press e Reuters




O general Richard Nunes determinou nesta segunda-feira, 16, que os 87 policiais militares que estão cedidos à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) têm de se apresentar imediatamente ao Comando da Polícia Militar, no Rio. Segundo o general, a PM do Rio se encontra com déficit de efetivo e os policiais devem prestar serviços à população, por é para isso que são pagos pelo contribuinte.

O deputado do PSOL, Marcelo Freixo, monopolizava quaro policiais para sua segurança pessoal havia 10 anos. O secretário Richard Nunes lembrou que há um déficit de policiais para reforçar o patrulhamento nas ruas. O militar ordenou o retorno imediato dos policiais que estavam cedidos a órgãos, como a Alerj, que não estavam repassando ao governo a verba referente ao salário dos policiais.

Segundo Ofício, caso os policiais militares relacionados no D.O. não se apresentem, serão punidos por crimes previstos no Código Militar. Desde a decretação da intervenção federal no Rio assinada pelo presidente Michel Temer, os índices de criminalidade caíram em mais de 20%. Nos casos de homicídios, a queda foi de 35%, roubo de cargas 38% e roubou de veículos 42%.  


Moscou afirma ter “provas irrefutáveis” de que suposto ataque no enclave rebelde foi encenado por agência estrangeira para culpar Damasco. Segundo ministro, especialistas russos não encontraram evidências no local.“Temos informações irrefutáveis de que se trata de um novo ataque fabricado, e que por trás dele estão serviços secretos de um país que se esforça para estar na vanguarda da campanha contra a Rússia”, disse Lavrov, sem especificar a que nação se referia.
Rússia diz que ataque químico em Duma foi fabricado e que por trás dele estão serviços secretos de um país que se esforça para estar na vanguarda da campanha contra a Rússia

O ministro russo do Exterior, Serguei Lavrov, disse nesta sexta-feira (13/04) que seu país possui provas irrefutáveis de que o suposto ataque químico ocorrido na cidade síria de Duma, último bastião dos rebeldes em Ghouta Oriental, foi orquestrado por uma agência de inteligência estrangeira para culpar Moscou e o regime em Damasco.
“Temos informações irrefutáveis de que se trata de um novo ataque fabricado, e que por trás dele estão serviços secretos de um país que se esforça para estar na vanguarda da campanha contra a Rússia”, disse Lavrov, sem especificar a que nação se referia.

A cidade de Duma, local do suposto ataque com armas químicas, foi castigada por bombardeios das forças sírias
Ele disse ainda que tal fabricação beneficiaria apenas “aqueles que realizam esforços contínuos para desestabilizar a região e avançar em seus objetivos geopolíticos”, referindo-se, dessa vez, aos Estados Unidos.
A declaração do ministro russo ocorre um dia antes da chegada de uma equipe da Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) em Duma, que irá buscar provas do suposto ataque. Segundo Lavrov, especialistas russos já inspecionaram a região.
“Nossos especialistas, que já estiveram no local, não encontraram nenhum rastro do uso de armas químicas, seja cloro ou outra substância”, afirmou.

Descoberto Plano, em janeiro de 2013, com o apoio dos EUA para lançar um FALSO ATAQUE  com armas químicas sobre a Síria e jogar a CULPA no regime de Assad
O Ministério do Exterior russo disse ainda que não foram identificados pacientes com sintomas de ferimentos causados por armas químicas em hospitais da região, bem como nenhuma indicação de que vítimas do suposto ataque tivessem sido enterradas.
Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), por outro lado, afirmou nesta semana que os sintomas de 500 pacientes tratados após o incidente apontam que houve, de fato, o uso de armas químicas. Os governos da Síria e da Rússia asseguraram que vão garantir o acesso da missão da Opaq ao local do suposto ataque químico.
Duma se tornou o maior motivo do agravamento das tensões entre o regime do presidente Bashar al-Assad, aliado de Moscou, e países do Ocidente (EUA, OTAN e ISRAEL), que responsabilizam Damasco pelo ataque.
A Rússia defende que as acusações do uso de armas químicas em Duma por parte das forças sírias são uma tentativa de justificar uma intervenção militar no país árabe PELO OCIDENTE. Lavrov disse esperar que não haja na Síria uma repetição do que ocorreu na Líbia e no Iraque. “Que Deus não permita que outra aventura dessas ocorra na Síria, após as experiências líbia e iraquiana.”

O ministro alertou que o menor erro de cálculo poderia gerar novas ondas migratórias, e que ultimatos e ameaças não contribuem para o diálogo. “Mesmo incidentes pouco significativos poderiam levar a novas ondas de migrantes para a Europa, além de outras consequências que nem a Rússia nem nossos vizinhos europeus gostariam.”
Moscou, que considera inadmissível culpar Damasco pelo uso de armas químicas em Duma, advertiu que as consequências de um possível ataque dos EUA e seus aliados contra o Exército sírio seriam graves, especialmente se as forças russas no país forem afetadas (ISTO É ATACADAS).
Há poucos dias, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionou a possibilidade de atacar a Síria com “mísseis inteligentes” em represália ao suposto ataque químico. Mais tarde, o governo americano adotou um tom mais ameno, desmentindo que uma ação militar estivesse prestes a ocorrer. (RC/efe/ap/rtr)

“E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim. Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.”  Marcos 13:7,8


A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.
Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”



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