
Pesquisar este blog
BRAZIL NEWS
Mostrando A verdade que a mídia não mostra - NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA. PENSE, QUESTIONE E ANALISE.SAIA DA MATRIX ! Porque o mundo não é como nos contaram, a história foi modificada, a música, o cinema, a política, o esporte, a igreja, os alimentos, tudo está no domínio deles, até o CLIMA.
BOMBA: Estudo aponta altos níveis de arsênio no arroz brasileiro

Uma das principais razões para a presença de arsênio é o uso de agrotóxicos que poluem o solo e a água, diz Batista.
Necessidade de controle
Com o aumento de arsênio inorgânico
(forma mais tóxica de compostos de arsênio) em carne e grãos em todo o
mundo, muitos estão pedindo regulamentações mais claras sobre a
quantidade de arsênio permitido em alimentos.
The European Food and Safety Authority
(EFSA) aconselha que o consumo diário de arsênio seja limitado entre 0,3
a 8 micro gramas por quilo de peso corporal. No ano passado, um grupo
de congressistas dos Estados Unidos introduziu uma legislação para
limitar a quantidade de arsênio permitido em arroz e seus produtos.
Batista diz que a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária realizou consultas públicas para definir um limite
para a concentração máxima permitida de arsênio em arroz, mas até a data
não há limites formais criados no Brasil. “O controle não é feito
constantemente e não temos leis para isso”, afirma.
De acordo com o Ministério da
Agricultura do Brasil e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(ANVISA), o arsênio não está entre as substâncias tóxicas monitoradas
nos alimentos. Batista diz que uma das razões para a falta de legislação
é o insuficiente conhecimento sobre arsênio e sua presença em produtos
alimentícios no Brasil.
“Temos poucas informações sobre a
concentração de arsênio em diferentes produtos brasileiros, incluindo o
arroz por exemplo, e diferentes variedades de arroz. Neste sentido,
nossa pesquisa não pode parar”, diz Batista.
—
Epoch Times publica em 35 países em 21 idiomas

